terça-feira, 15 de fevereiro de 2011



É preciso esperar pelo momento certo em que seja possível comunicar ao paciente a interpretação com alguma perspectiva de êxito. Mas como se saber qual o momento certo? É uma questão de tato.

(Freud, 1926)

4 comentários:

  1. E quando não há tato?

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  2. Quando não há tato é melhor ficar calado, não arriscar interpretação nenhuma.

    Sem con-tato não há tratamento!

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  3. Genial, Ana Paula. Conheço "profissionais" (e bota aspas nisso!) que, por saber o que dizer, falam cada absurdo... e ainda por cima me criticam quando falo que o silêncio faz parte da minha fala.

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  4. Infelizmente para alguns "profissionais" seus narcisismos se sobrepõe à suas práticas. E suas intervenções se transformam em alimentos para o seu ego.

    Estejamos alertas para atrapalhar o mínimo possível nossos pacientes e lembremo-nos que o nosso saber é Suposto!

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