sábado, 26 de fevereiro de 2011

Um fato marca a vida,

Uma pessoa tem a importância que nunca vai saber,

ainda bem.

E escuto do meu sujeito suposto saber:

“Há dez anos a que não vejo esse olhar!

Você mudou,

Agora você se tornou o que você é!”

O sou o que sou,

Não preciso mais...

Isso me faz saber que o processo está chegando ao final,

Não é um abando, apenas não preciso mais,

Do saber suposto saber,

Não é mais o mesmo, sou eu mesmo.

O processo continua dentro de mim,

O processo de auto-análise.


Andressa Furquim de Souza

5 comentários:

  1. Parabéns!!
    Adoro o seu blog e essa viagem ao mundo fantástico, sombrio e fascinante da psicanálise!
    Abçs!

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  2. Obrigada!!!
    Mas não acho que a psicnálise seja sombria.

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  3. muito bom te ler.
    porque no meio, a gente descobre que o sujeito suposto saber está em nós mesmos. como tudo...rs

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